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Hemorroidas: os mitos e as verdades!

Hemorroidas: os mitos e as verdades!

Quem nunca ouviu falar na palavra hemorroidas¿ ou tenha sido orientado a não sentar em uma cadeira onde alguém que tem este problema de saúde tenha sentado. Muitos são os mitos e lendas sobre o conhecimento do senso comum em hemorroidas. O que é, de fato, este problema de saúde? será transmissível? o que fazer para evitar?

O termo Hemorroida está associado à uma condição normal de veias e artérias na região do anus. Neste local existe um plexo venoso anorretal (conjunto de veias) que têm a finalidade de proteger o canal anal, manter a continência fecal e realizar a drenagem venosa, funcionando como almofadas. Somente quando esse plexo passa por um inchaço, dilatação, recebe o nome de doença hemorroidária.

A doença hemorroidal, erroneamente chamada de hemorroida, ainda sofre muitos preconceitos, principalmente quanto à sua forma de contrair. Muitos pensam que ao sentar-se em um lugar onde uma pessoa com este problema estava, principalmente se for logo em seguida, com a cadeira ainda quente, irá contrair.

Essa compreensão se deve ao fato de que muitos profissionais do trânsito, que passam longos períodos sentados em poltronas quentes, principalmente caminhoneiros, passam com este problema, gerando a cultura de que seria transmissível. No entanto, isso não é verdade, pois nesta ocasião existem outros fatores que podem acelerar o surgimento da dilatação venosa: fatores genéticos (outros casos na família), superaquecimento na região por longos períodos sentados.

Mas não são somente estes trabalhadores que sofrem com este problema, muito menos esses são os únicos fatores que favorecem ao surgimento da doença hemorroidária. Veja outros fatores de risco:

– Dieta inadequada sem fibras: gera dificuldade para evacuar.

– Constipação: baixa ingesta de líquido gera prisão de ventre.

– Diarreia crônica: fluxo constante de fezes altera a pressão nos vasos anorretais.

–  Sexo anal: gera pressão sobre os vasos anorretais.

– Histórico familiar de doença hemorroidária.

– Gravidez: a pressão sobre o reto gera constipação e elevação da pressão nos vasos anorretais

– Cirrose: a dificuldade de retorno venoso no sistema porta hepático eleva a pressão nas veias anorretais

– Tabagismo: gera problemas vasculares generalizados

– Hábito de reter a vontade de evacuar (fazer cocô) por tempo prolongado.

– Ficar sentado por longos períodos no vaso sanitário para evacuar: comprime as veias que possibilitam a circulação da região anorretal e gera elevação da pressão local e dilatação.

– Ingesta de alimentos apimentados

Observe que todos os hábitos ou fatores que levam ao surgimento da doença hemorroidária estão relacionados com a mudança de pressão sobre os vasos (veias e artérias) daquela região.

Então se você tem esses fatores, não necessariamente deve ter todos, e está apresentando dor ao evacuar, as vezes com pequenas quantidades de sangue, pode ser que esteja com este problema.

Nem sempre este problema pode ser visível, pois alguns vasos podem gerar dilatação interna ao anus, enquanto outras podem ser visualizadas, com a projeção das veias dilatadas para a parte externas, chamadas popularmente de hemorroidas de botão.

O tratamento, na maioria dos casos passa por recomendações e mudanças de hábitos sobre os fatores ditos anteriormente. Deve ser observado as crianças e idosos, já que, geralmente são dependentes dos cuidados de adultos, quanto às alterações.

O tratamento cirúrgico geralmente só se aplica quando as dores e a dilatação não regridem com os cuidados e medidas terapêuticas que detalhamos a seguir:

– Banho de assento com agua morna ajuda no alívio das dores

– Evitar o uso de papel higiênico: irrita a área dilatada da hemorroida. Optar pelas duchas.

– Usar lenços umedecidos nos casos que não se possa fazer a ducha

– Uso de laxantes em caso de pessoas que tenham constipação severa: fezes muito endurecidas.

– Uso de cremes, por recomendação médica, como o Xyloproct. Lubrica e analgesia a região.

– Beber muita água e ingerir alimentos ricos em fibras ajuda muito recuperação.

– Evitar ou diminuir drasticamente os fatores citados anteriormente como fatores de risco são fundamentais no tratamento.

Devido ser um problema que gera bastante constrangimento as pessoas só procuram o atendimento de saúde quando o quadro já está bastante avançado, dificultando a regressão do problema. Com isso, avalie seu hábitos e veja se não está pondo em risco sua saúde frente à possibilidade de desenvolver a Doença hemorroidal.

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O cérebro: será um vilão dos conflitos entre casais?

O cérebro: será um vilão dos conflitos entre casais?

Muito se fala em relacionamentos falidos, casais que pareciam viver tão bem acabarem sua convivência, muitas vezes por coisas ditas banais. São muitas as explicações que levaram ao término: “já não nos entendíamos mais”, “meu marido só pensa em sexo, é um doente”, “minha esposa fala demais, quer uma explicação para tudo”.

De fato é muito complexo encontrar um fator único que gere o afastamento das pessoas, somos seres sociais (que vivem em conjunto) e por tanto estamos fadados aos conflitos, lutas de interesses, principalmente no capitalismo onde os valores individuas se sobressaem ao da coletividade.

É fato conhecido pela ciência haver diferenças anatômicas e funcionais, neste caso, no cérebro humano que podem nos dar várias explicações sobre alguns desentendimentos entre casais e que podem, à medida que as pessoas compreendam, melhorar ou até evitar grandes desavenças entre os sexos.

O cérebro humano, parte do sistema nervoso central responsável pelo processamento, armazenamento e resposta aos estímulos externos, apresenta diferenças em sua anatomia e, consequentemente sua funcionalidade.

O córtex cerebral é onde se armazena tudo que pensamos, que falamos, a fisionomia das pessoas, os nomes, nossos prazeres e tudo que nosso corpo desempenha. Essa estrutura de armazenamento apresenta áreas definidas (área responsável pela fala, pela resposta muscular, pelos desejos e etc.

É justamente nessa divisão funcional onde existe várias diferenças entre o homem e a mulher, veja algumas delas:

– As áreas responsáveis pela fala e audição são bem menores no homem do que na mulher. Elas usam os 2 hemisférios cerebrais enquanto os homens apenas o dominante. Muitas mulheres reclamam nunca serem ouvidas pelos homens, gerando grandes discussões.

– A área visual, orientação no espaço, é maior nos homens. Por isso muitas vezes as mulheres são mais cautelosas no trânsito, com maior dificuldade em orientação espacial elas acabam sendo mais lentas. Não estamos discutindo quem dirige melhor aqui. O fato da área visual ser mais apurada no homem explica as situações dele olhar quando uma mulher passa ao seu lado, ou quando eles preferem manter relação sexual no claro.

– Somado ao campo visual masculino está a área cerebral responsável pelo sexo, mais desenvolvida nos homens que nas mulheres.

– A área responsável pelo tato é mais apurada nas mulheres que nos homens. Essa sensibilidade não é muitas vezes entendida pelos homens e gera vários problemas de relacionamentos.

– O cérebro feminino requer maiores explicações das coisas, enquanto os homens são mais diretos, pragmáticos.

– O corpo caloso, estrutura de fibras nervosas que leva informações de um hemisfério cerebral à outro, chega a ser 30% mais nas mulheres. Fator que pode facilitar com que as mulheres realizem mais de uma função ao mesmo tempo, enquanto os homens dificilmente façam isso.

Que fique claro que essas explicações anatomofuncionais do cérebro não é para dizer qual sexo é melhor ou pior que o outro, ou que todos os relacionamentos acabaram por causa disto. Serve para esclarecer que se pegarmos essas diferenças e trabalharmos em conjunto, com os casais, podemos entender muitas desavenças, ser mais tolerantes e minimizar diversos conflitos com a aceitação e discussão desses impasses.

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Como evitar corrimento vaginal em crianças?

Como evitar corrimento vaginal em crianças?

Não parece assunto comum, talvez pelo pudor gerado, mas os corrimentos vaginais em crianças é mais frequente que se imagina. Muitas mães ficam se perguntando quando a filha tem corrimento amarelo esverdeado: Minha filha está com Doença? será que está sendo abusada sexualmente? como será para examina-la? terá consequências futuras? e o que posso fazer para tratar?

De fato, em crianças antes da puberdade, que ainda não tenha tido sua menarca (primeira menstruação), o máximo que poderá acontecer é um corrimento brando, esbranquiçado e sem odor ou prurido (coceira).

“As vulvovaginites (infecções da vulva e da vagina) na infância se manifestam na forma de corrimento amarelo esverdeado, acompanhado ou não por coceira, assadura, ardência, e mais raramente ele pode vir com sangue”.

Tenha calma! Existem diversos fatores que podem levar uma criança a apresentar estes corrimentos, afinal mesmo quando crianças as mulheres já apresentam uma quantidade de microrganismos vaginais que podem ser alterados.

O estrogênio é um hormônio produzido pelos ovários que têm a função de desenvolver os caracteres femininos e, no caso da vulva (genitália externa feminina), gera algumas alterações que são fatores de defesa contra as vulvovaginites:

– Formação de pelos: inibe a entrada de microrganismos.

– Ampliam pequenos e grandes lábios, distanciando a entrada vaginal do ânus, grande fonte de infecção pela Escherichia Coli (bactéria comum no trato digestivo).

O abuso sexual não deve ser descartado, mas não é o fator gerador mais frequente destes corrimentos. Veja algumas situações que podem levar à uma vulvovaginite em criança:

– “Quando a criança utiliza um vaso sanitário de adulto, ela não alcança o vaso sem o auxílio das mãos, fato que leva a contaminação das mãos nos assentos sanitários. Além disso, ao terminar suas necessidades ela também usa as mãos e se “arrasta no assento para sair do vaso. Por isso uma criança não deve sentar-se em banheiros públicos. E em casa onde tem criança, os vasos sanitários devem ser bem higienizados.

– Na escola o papel higiênico pode estar em falta ou difícil para a menina alcançar quando vai ao banheiro, e por isso a higiene depois do “xixi e do cocô” nem sempre é boa. Além disso, com a pressa de brincar ela nem presta atenção na higiene correta – “coisas de criança!”.

 – A criança não presta atenção se as suas mãozinhas estão limpas quando sente algum desconforto vulvar, ela vai coçar sem se importar se estava brincando na terra, com animais, ou mesmo se “colocou o dedinho no nariz”.

– Quando elas brincam na praia as calcinhas frequentemente podem estar cheias de areia, e ao coçar os genitais a criança empurra para dentro da vagina estes grãozinhos de areia. Por isso após banho de mar é preciso trocar o maio e lavar com água corrente ou chuveirinho para remover a areia”.

Mas não se desespere, na maioria dos casos somente mudanças de comportamento higiênico sobre esses fatores já levam à cura do problema. Observe algumas ações que podem ajudar a evitar esses casos:

– Manter unhas curtas e limpas.

– Lembre-se que na escola as crianças vão ao banheiro sozinhas. Portanto mais importante do que você mesma limpar é supervisionar se ela se limpa direito e reforçar o modo correto de se limpar após fazer cocô (de frente para trás).

– Após o banho (caso ela tome banho sozinha) supervisione se as “dobrinhas“ da vulva foram adequadamente limpas e não apresentam uma “massinha branca” depositada nos lábios vaginais. Esta secreção acumulada causa coceira e mau cheiro. Complemente a limpeza com lencinho umedecido.

– Realizar troca de calcinha com maior frequência.

– Faça banhos de assento (com chuveirinho preferencialmente) usando sabonetes neutros (daqueles usados em bebê) pelo menos 2 x por dia (incluindo o banho) trocando a calcinha após o mesmo.

– Mantenha na pia do banheiro um sabonete líquido com ação bactericida (ele ajuda a “matar os micróbios”) para ser usado na lavagem das mãos e nos banhos de assento depois de fazer cocô.

– Dê preferência aos sabonetes líquidos pois tem menos chance de contaminação, além de terem um pH mais ajustado e ideal para a região genital.

Se apesar de todos esses cuidados os sintomas da Vulvovaginite não regredirem uma coleta especial para crianças, que não dói e nem agride o hímen pode ser feita, analisada e, consequentemente um tratada à base de medicamentos adequados para cada caso, passado pelo profissional da área da saúde e sem consequências futuras na saúde dela .

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H. Pylori: Veja como se cuidar

H. Pylori: Veja como se cuidar

Você sente dores em queimação de forma frequente na região do estômago? se sente saciado com pouca comida, está tendo perca de peso e, frequentemente, sente como se o estomago estivesse inchado?

De fato estes sintomas gástricos são comumente apresentados por pessoas no mundo inteiro e, geralmente, estão associados ao Helicobarter Pylori, ou H. Pylori como é mais conhecida esta bactéria que habita nosso estômago e duodeno (primeira porção do intestino delgado).

Incrivelmente ainda existe bactérias que conseguem sobreviver em nosso estômago, pois este órgão se configura como o mais hostil para vida de microrganismos que vivem junto ao ser humano, tendo em vista que sua acidez é tão elevada que funciona, além do poder de digestão, como barreira bactericida contra invasores. Somente algumas outras bactérias como os Lactobacilos conseguem viver neste meio.

O H. Pylori consegue este feito porque produz uma espécie de capsula que a reveste e a protege contra a ação do ácido estomacal. Esta cápsula neutraliza a ação do ácido do estomago e facilita para que a bactéria se fixe na parede do órgão e ao mesmo tempo fragilize a barreira mucosa que protege a parede estomacal da acidez. É a acidez que inflama ou gera as úlceras, a bactéria somente facilita.

“H.pylori produz uma série de enzimas, algumas delas diretamente irritantes para as células do estômago, outras ativas contra a camada de muco, tornando-a mais fraca, deixando a parede do estômago desprotegida contra o conteúdo ácido. Estas ações provocam inflamação da mucosa do estômago, levando à gastrite e, alguns casos, à formação de úlcera péptica”.

As pesquisas mostram que a maioria das pessoas que têm esta bactéria não apresentam sintomas, ou se os sentem é de forma mais branda, leve. Transmitem de forma direta através das fezes e vômitos, onde as condições sanitárias sejam bastante precárias. Por isso o índice de pessoas acometidos em populações com carência no saneamento básico chega até 90%.

Pessoas que não apresentam sintomas podem vir à sofrer se a quantidade de bactérias aumente e caso tenha uma vida de agressões à mucosa gástrica:

– Uso abusivo de álcool e fumo

– Alimentação rica em gorduras

– Comidas quentes ou geladas

– Alimentos que elevam a acidez no estômago (manteiga, milho, queijo, ovos, Leite)

Não é difícil detectar esta bactéria mesmo se você ainda não apresenta sintomas. Através das fezes ou de coleta sanguínea já se pode detectar a presença deste agressor. É importante saber e compreender que o H. Pylori gera uma série de problemas como: Gastrite, duodenite, úlceras no estômago e até mesmo o Linfoma de estômago.

Geralmente o tratamento é domiciliar com um inibidor da bomba de prótons (Omeprazol, Pantoprazol) somado à um antibiótico (Claritromicina e Amoxacilina) de 7 a 14 dias. É importante que seja procurado o serviço de saúde mais próximo para que seu diagnóstico seja fechado para posterior tratamento eficaz. Nossa postagem não é válida como consulta e prescrição.

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Diabetes e seus vilões!

Diabetes e seus vilões!

Diabetes é um problema de saúde muito frequente e grave no mundo inteiro, tem sido responsável pela morte de milhares de pessoas todos os anos e mesmo que se invista bastante em formas de tratamentos, medicamentos e algo mais, não tem sido possível reduzir, em muito, os casos desta patologia.

Isso se deve ao fato de que a Diabetes é uma doença metabólica (que envolve a forma como os alimentos são utilizados pelo nosso corpo) e que, portanto, este controle está mais no nível da educação alimentar.

Neste sentido, como vivemos em um mundo acelerado, onde as coisas passam com rapidez, não seria diferente a nossa alimentação. Os Fast Food (comida rápida) tomaram de conta de nossas refeições e têm sido recheadas de tipos alimentares que tendem a elevar o nível de glicose no sangue.

Sabemos que os tipos de Diabetes mais comuns são o tipo 1 e o tipo 2. No primeiro as células Beta do Pâncreas produzem de forma insuficiente ou não produzem um hormônio chamado de Insulina, responsável por facilitar a passagem da glicose da corrente sanguínea ao meio interno celular. Já a segunda, mesmo com a produção normal da Insulina, a alimentação muito rica em glicose vai fazendo com que todas as células de nosso corpo vá impondo uma resistência à esse hormônio, elevando assim a glicemia (glicose no sangue).

É justamente o tipo 2, onde os altos níveis de glicose tem diminuído a ação da insulina, que tem aumentado nas últimas décadas. Para colaborar com essa elevação trazemos os principais vilões alimentares que têm ajudado nesta história:

Açúcar: o uso abusivo de açúcares em diversos alimentos (sobremesas, sucos, cafés)

Refrigerantes: as grandes dosagens de açúcares simples nos refrigerantes gera bombas de glicose para gerar maior resistência insulínica celular e diabetes tipo 2. Os refrigerantes Diet são adoçados com uma substância chamada de aspartame, responsável uma série de outros problemas de saúde.

–  Sucos artificias: caso estas substancias não contenham mais de 50% da poupa são chamadas de necta. Esses “sucos” são muito enriquecidos com açúcares, conservantes, corantes e ainda por cima não tem todas as vitaminas que a fruta natural.

Outros tipos de Carboidratos simples: Farinha branca e seus derivados (macarrão branco, pão e arroz) muito frequente em nossas refeições. O uso em excesso gera grandes descargas de glicose no sangue

Sorvetes: Assim como os refrigerantes também existe uma grande descarga de açúcares simples no sangue.

Além destes alimentos, existe outro fator muito importante que contribui para gerar a diabetes tipo 2: grandes refeições, com bastante volume alimentar, ao invés de alimentações fracionadas leva à hiperglicemia e estimula as células à resistência insulínica. Por isso, além de diminuir drasticamente ou abolir aqueles alimentos citados da sua dieta, fracione suas refeições.

Sabemos que existe o fator genético sobre o surgimento do Diabetes tipo 2 também, no entanto o abuso durante as refeições por parte de certos tipos alimentares pode acelerar o processo de resistência à insulina e te transformar em mais um portador desta doença.

Busque o serviço de saúde e faça seu acompanhamento sobre a glicemia. Viva melhor através de atitudes saudáveis e verás que, moderadamente poderá desfrutar das várias delícias que a gastronomia nos possibilita sem pôr em risco a sua vida.

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Viagra: do prazer ao funeral

Viagra: do prazer ao funeral

É inegável que todos os homens são fascinados quando o assunto é sexo, que sua “macheza” ele busca sempre associar ao seu desempenho sexual e que o fato de “broxar”(não ter uma boa ereção) é algo castigante para o homem da forma que ele sempre foi criado (um ser que não falha, sempre forte e viril).

O fato é que há quase 20 anos foi desenvolvido nos Estados Unidos um medicamento, o Citrato de Sildenafila (Viagra), que age de forma muito eficaz sobre esse problema. De acordo com o médico Romerito Soares esta droga prolonga a atuação do óxido nítrico (vasodilatador natural) produzindo aumento na circulação peniana e, consequentemente, a ereção.

 No entanto essa vasodilatação não acontece apenas no pênis, afeta todo o organismo, principalmente na circulação coronariana (artérias do coração). Com isso, e tendo em vista que as pessoas que procuram o serviço de saúde por uma disfunção erétil geralmente são pessoas de mais idade, sem atividade física regular e com problemas associados (hipertensão, cardiopatas) eleva o risco de infarto e morte no momento do ato sexual.

Nestas situações o infarto pode acontecer por 2 motivos:

  • A vasodilatação geral produz uma queda na pressão também de modo geral, o que leva a uma redução de sangue nas artérias coronárias e, consequentemente, à uma isquemia miocárdica (redução do aporte de oxigênio para a musculatura cardíaca), levando ao infarto (morte do músculo cardíaco).
  • A grande vontade em manter uma relação sexual somada à uma ereção prolongada, gerada pela ação do medicamento, e à problemas como: Sedentarismo, cardiopatias e idade avançada pode gerar uma sobrecarga cardíaca, isquemia e infarto. Isso tudo devido a um esforço físico prolongado ao qual o corpo e o coração não estavam habituados.

Sendo assim, o uso deste medicamento deve ser bem prescrito e bem orientado para que o usuário não tome atitudes precipitadas. Na hora de tomar a droga visando apenas prolongar o prazer e satisfazer seu próprio ego é preciso que a pessoa saiba que existem contraindicações sobre o uso desta droga.

O uso indiscriminado deste medicamento pode gerar graves problemas e até a morte. Procurar o serviço de saúde mais próximo para maiores esclarecimento é a melhor atitude para sua saúde. Evite a automedicação.

Sabendo destes detalhes vale à pena tomar esse medicamento? Ainda mais sabendo que a maioria das disfunções são apenas psicológicas. Devemos por nossa vida em risco por apenas mais uns minutos de prazer?

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Caspa: veja como tratar

Caspa: veja como tratar

Você já deve ter tido vontade de vestir aquela roupa preta que tanto gosta, ou sentido vergonha diante de desconhecidos quando sua roupa ou seu cabelo parecia ter sofrido um banho de pequenos grumos brancos.

Quem sofre com problemas de caspa vive atrás de uma solução definitiva. No entanto, ainda não se conhece um tratamento que possa erradicar essa situação. Porém se tem várias atitudes que podem fazer a pessoa conviver melhor com caspa.

A Caspa ou Dermatite Seborreica nada mais é que uma descamação exagerada do couro cabeludo e que pode variar de leve, moderada ou grave. Gerada por fatores genéticos que alteram a oleosidade da pele, pode ser agravada mediante algumas situações:

– Stress

– Variações de temperatura (Frio e quente)

– Má higiene do couro cabeludo

– Alimentação gordurosa

– Alimentação rica em carboidratos refinados: Arroz, Macarrão

– Tinturas e alisamentos no cabelo

A caspa não é transmitida de pessoa pra pessoa como alguns ainda pensam e lavar o cabelo diariamente deve ser um cuidado, tendo em vista que o seu cabelo sofra com muita oleosidade. Alguns outros cuidados também podem ser feitos:

– Evitar ficar com cabelo úmido por muito tempo

– Tomar banho com água fria

– Usar shampoo específico para caspa por pelo menos 3 vezes por semana

– Buscar um shampoo que contenha: Sulfeto de selênio, Ciclopirox Olamina ou cetoconazol.

– Redução da ingesta dos alimentos citados anteriormente.

Caso estas medidas não estejam reduzindo a irritação, coceira e a descamação em excesso você deverá procurar o dermatologista para poder avaliar melhor seu caso e realizar algumas investigações para tratamento diferenciado.

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Colecistectomia: saiba como viver sem a vesícula

Colecistectomia: saiba como viver sem a vesícula

A nossa alimentação quase sempre tem porções de gordura que nosso corpo, inteligentemente, tem que degrada-las para poder utiliza-las. Porém, muitas vezes as pessoas dão entrada em unidades hospitalares, geralmente após refeições, apresentando fortes dores abdominais, vômito, diarreia, as vezes febre com palidez na pele.

A vesícula Biliar é uma estrutura anatômica de nosso corpo, situado logo abaixo do fígado, que tem a função de armazenar a Bile produzida pelas células hepáticas (células do fígado). A bile é um fluido rico em ácidos que tem a função de degradar as gorduras ingeridas na alimentação.

O colesterol lançado na vesícula biliar tende a ser fragmentado, no entanto, acredita-se que quando a quantidade de colesterol é muito grande ou a substancia química que degrada o colesterol é insuficiente, este colesterol se transforma em cálculos biliar (pedra na vesícula).

Neste sentido, muitas vezes, é indicado e realizado um procedimento cirúrgico chamado Colecistectomia (retirada da vesícula biliar) como forma de afastar esses quadros sintomáticos anteriormente citados. Os cálculos biliares que não causam sinais ou sintomas, como os detectados em exames por alguma outra condição de saúde, geralmente não necessitam de tratamento.

Cirurgia aberta

A remoção da vesícula implica em dizer que a bile já não será mais armazenada no corpo, impondo assim uma dificuldade do organismo em degradar a gordura dos alimentos. Desta forma a bile produzida no fígado já vai direto ser lançada no intestino, o que quer dizer que está sendo jogada em menor quantidade.

Sendo assim, não será apenas a retirada da vesícula que levará a pessoa à uma qualidade de vida próxima do padrão que havia antes do procedimento cirúrgico. Partindo deste entendimento orientamos que algumas medidas devem ser tomadas, principalmente em relação à alimentação, para que não se complique os casos de pessoas que hoje vivem sem a vesicular biliar:

– Manter controle sobre o colesterol

– Evitar Frituras, carnes vermelhas e gorduras em geral

– Controle de peso

– Evitar açucares em excesso

– Evitar bebida alcoólica

         Tem vários medicamentos que podem ser utilizados durante o tratamento sobre colelitíase (pedra na vesícula biliar), no entanto, aconselhamos procurar o serviço mais próximo de sua casa para ver como fazer para que tenha uma vida mais saudável.

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