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Câimbras: veja como evitar!

Câimbras: veja como evitar!

Quem nunca sentiu uma câimbra? o que você faz quando acontece essa situação de dor súbita e insidiosa no seu dia a dia? pode ser algo grave? o que fazer para evitar ou diminuir as câimbras?

A câimbra é um espasmo ou contração muscular súbita e dolorosa que pode ter duração de segundos à minutos. Nossos grupos musculares esqueléticos, que controlamos com nossa vontade, em algumas situações (stress, fadiga, diminuição de nutrientes e minerais) podem gerar contrações involuntárias, as quais chamamos de espasmos. No entanto, quando estes espasmos acontecem de forma mais acentuada, gera uma grande contração e dor, chamada de câimbras.

Os locais mais comuns onde elas acontecem são: Panturrilhas (batata da perna), partes posteriores e anteriores das coxas, pescoço e abdômen.

Muitas são as pessoas que procuram os serviços de saúde com quadros de câimbras frequentes, 2 ou até 3 vezes por semana, e voltam sem respostas sobre seu quadro. Como não é algo aparentemente grave, salve exceção o caso de espasmo tetânicos, os profissionais da área da saúde acabam, muitas vezes fazendo nada.

Porém, as câimbras podem e devem orientar para possíveis problemas que podem estar ainda por se apresentarem mais graves na pessoa que está sentindo estes sintomas com grande frequência.

Veja alguns casos em que as câimbras podem surgir:

Exercícios físicos excessivos: grandes perdas de líquido e acúmulo de ácido láctico da respiração anaeróbica muscular.

Longos períodos de inatividade: longos períodos sentados ou em pé.

Desidratação: redução da circulação muscular também somada ao sedentarismo de muitos idosos, comum após os 50 anos.

Uso de alguns medicamentos: Diuréticos, Nifedipina, Salbutamol e outros que baixam colesterol.

Alterações metabólicas: Hipoglicemia, Hipotireoidismo e alcoolismo.

Anemia e deficiências do complexo B:

Alterações estruturais: pé chato, gera uma hiperextensão da panturrilha e frequentes espasmos.

Os casos mais comuns são as câimbras por exercícios físicos exagerados os quadros noturnas em pessoas com mais de 50 anos, associam diversos fatores, aqueles antes falados, ao sedentarismo. No entanto, também existem os fatores familiares de causas ainda desconhecidas.

Há relatos, e um consenso comum, de que alimentos como a banana reduz os quadros de câimbras. Isso se deve ao fato de que esta fruta é muito rica em carboidrato (energia imediata), água e potássio. Porém, essa contribuição da banana contra a câimbra decorre mais da energia e da água, proporcionando limpeza do ácido láctico muscular, e portanto só funciona bem em casos de câimbras por exercícios, não sendo muito útil nos outros casos.

Quando o quadro de câimbra se instala a melhor atitude é fazer um movimento contrário ao da contração até que a dor e o espasmo desapareça. Em seguida pode ser feito uma massagem leve e compressa quente no sentido de melhorar a circulação.

Agora, se você quer diminuir ou evitar os quadros de câimbras, há algumas atitudes e orientações que devem ser seguidas, veja:

Longa sessão de alongamentos antes e após exercícios.

– Se hidratar bem antes após atividades físicas.

– Evitar exercícios em temperaturas elevadas.

– Manter uma atividade física regular.

– Alongamento antes de dormir para pessoas com mais de 50 anos.

– ingerir alimentos ricos em cálcio e magnésio: leite desnatado, iogurte integral, grão de soja, arroz integral etc.

– Há alguns medicamentos: vitamina E, complexo b e verapamil, mas que só devem ser tomados sobe orientação médica.

Não se esqueça que sua saúde depende das suas atitudes, compartilhe essas informações e ajude pessoas à viverem melhor.

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Frutose engorda? veja como emagrecer com saúde!

Frutose engorda? veja como emagrecer com saúde!

É visível a preocupação que muitas pessoas têm mostrado com o fator engordar. Seja pela questão estética ou por fatores de saúde o problema é que muitas vezes as pessoas não sabem o que fazer, o que comer e como fazer para se manter  saudáveis. Já foram citadas diversas dietas, fórmulas mágicas e padrões de vida duros de seguir no sentido de melhorar a forma e manter uma boa saúde. Afinal, o que fazer¿

Antecipadamente afirmamos que é necessário muita força de vontade, diante das várias tentações alimentares do nosso dia a dia, e buscar conhecimentos sobre os alimentos e os exercícios que podem ser realizados no seu cotidiano.

Se a sua busca é a perda de peso sem afetar as funções de seu corpo é preciso esquecer aquela velha história de parar de comer. Seu corpo precisa diariamente de substancias (proteínas, minerais, carboidratos, lipídios, água) para se manter saudável, porém exceder esses valores acarretará, inevitavelmente em acúmulo e prejuízos mais na frente.

Em escala de avaliação, segundo os nutricionistas, uma alimentação muito rica em carboidrato leva a pessoa ao sobrepeso e obesidade muito rapidamente. Neste sentido é necessário passar para todos o conhecimento para entender isso, tendo em vista que muitos se perguntam: minha alimentação pouco tem gordura e porque eu só aumento de peso¿

Os carboidratos, polissacarídeos (arroz, milho, macarrão, batata, macaxeira), dissacarídeos (lactose, maltosa) devem ser quebrados em nosso fígado para transforma-se em sua forma mais simples, os monossacarídeos (glucose, frutose etc.). Esse processo é importante porque esses monossacarídeos são nossa fonte de energia direta para manter nossas atividades diárias.

Quando excedemos nestes alimentos a energia que não gastamos, sem usar aqueles monossacarídeos, nosso organismo metaboliza (transforma) em glicogênio nos músculos e fígado, triglicerídeos e colesterol na corrente sanguínea e nos adipócitos, células do nosso tecido adiposo (gorduroso).

Sabemos que os alimentos ricos em proteínas (carnes, algumas sementes como feijão) e em gordura (óleos e gorduras de modo geral) são nutrientes que também geram aumento de peso e problemas de saúde. No entanto, é fato que a importância que os monossacarídeos como a frutose tem levado várias pessoas à obesidade e doenças metabólicas e cardiovasculares que nos faz mostrar como ela atua e onde ela está escondida para que você tenha a capacidade em diminuir esse nutriente na sua dieta.

A Frutose é um monossacarídeo encontrado naturalmente nas frutas, conferindo o sabor doce das mesmas. Se consumido em excesso, mesmo na forma natural (uva, mel, passas etc.) pode levar ao sobrepeso.

Diferente da glicose, a frutose não precisa de insulina (hormônio produzido no pâncreas) para entrar nas células e ser transformada em energia, pois elas passam a membrana por proteínas transportadoras não insulínicas. Isso implica dizer que entra com maior facilidade, se usa com mais facilidade e também metaboliza com mais facilidade, causando todo aquele processo anteriormente citado de transformação em gordura.

Onde queremos chegar com isso¿ apenas mostrar que se você quer emagrecer deve diminuir ao máximo, além dos alimentos gordurosos, principalmente os alimentos artificiais ricos em Frutose. Pois são esses alimentos que tem incrementado o teor de gordura, triglicérides e colesterol nas pessoas nos últimos anos, provocando grande resistência insulínica e diabetes tipo 2, doenças cardíacas e circulatórias como tromboses e infartos.

Veja uma lista dos alimentos muito rico em frutose:

– Refrigerantes

– Mel

– Caldas para sorvetes

– Uvas e seus sucos artificiais

– Bebidas esportivas (não citaremos nomes por questões legais)

Não estamos dizendo para você parar de ingerir frutas, apenas saber que o uso excessivo também pode gerar gorduras no corpo.

Não existe dietas milagrosas para o emagrecimento quando não há esforços. Veja algumas atitudes que podem mudar sua forma e sua saúde:

– Fazer uma atividade física regular, pelo menos 4 vezes por semana, e de acordo com seu padrão físico, idade e doenças associadas.

– Evitar consumo de líquidos durante as refeições diminui a dilatação do estômago provocada por excessos e evita refluxos esofágicos.

– Fazer refeições frequentes e em pouca quantidade

– Evitar os excessos nos carboidratos, principalmente rico em frutose já citados anteriormente. Observe os rótulos dos alimentos quanto a presença de frutose.

– Evitar refeições muito “pesadas” pouco tempo antes de dormir, pois seu corpo estará gastando menos energia no sono e esses carboidratos serão armazenados.

Sabemos o quanto é bom o ato de se alimentar, mas é preciso rever algumas coisas, principalmente quando se passa dos 30 anos de idade, quando seu gasto energético é mais lento. Faça sua parte e compartilhe essa informação com outras pessoas.

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Secreção x Corrimento Vaginal: saiba cuidar da sua vagina!

Secreção x Corrimento Vaginal: saiba cuidar da sua vagina!

A vida e o corpo das mulheres apresentam muitas diferenças em relação à vida masculina, especialmente na genitália (órgãos sexuais), onde várias doenças acometem as mulheres com maior facilidade pelo fato de seu órgão ser interno, por tanto mais úmido e quente em relação ao do homem.

Um dos termômetros para a mulher perceber uma alteração vaginal é a presença de corrimento, já que nem sempre essas alterações cursam com prurido (coceira) ou dor no início. Neste sentido, como saber se as secreções que estão saindo da vagina são fisiológicas (normais) ou corrimento patológico? quais são os principais fatores que levam à uma alteração das secreções vaginais? e como tomar algumas atitudes que podem diminuir esses problemas?

A vagina, genital interno da mulher, é um ambiente naturalmente quente, úmido devido à secreção de glândulas localizadas próximas aos pequenos lábios, e ligeiramente ácida devido secreções de ácido láctico pelos bacilos de Doderlein, bactérias naturais da vagina. Essa mistura de secreções glandulares e dos bacilos confere um PH (potencial de Hidrogênio) adequado para a vivencia de um conjunto bacteriano natural vaginal.

A eliminação dessa secreção vaginal monta características que podem fazer a mulher perceber quando houver alterações. Desta forma os eliminados são normais quando:

–  Transparente.

– Sem odor forte.

– Viscosa, parecida com clara de ovo.

– Incolor ou branco bem claro.

– Não geram coceira.

O volume dessas secreções variam de acordo com a fase do período menstrual (entre os 28 dias do ciclo) e estarão aumentadas ou diminuídas de acordo com as alterações dos hormônios estrógeno e progesterona, tendo em vista que estas secreções tem a função de lubrificar a parede vaginal, proteger contra lesões e facilitar o fluxo do espermatozoide para a fecundação. Preste atenção também neste ciclo.

As secreções serão entendidas como corrimento patológico quando:

– Esverdeado, acinzentado e fétidas, indicando crescimento de tricomonas vaginal, protozoário de transmissão sexual muito frequente como gerador de vulvovaginites.

– Branco espesso com grumos semelhante a leite, indicativo de candidíase vaginal, fungo que se prolifera devido a umidade, acidez, péssima higiene íntima, relação sexual desprotegida ou sistema imunológico baixo.

– Produzirem mau cheiro, ardor ao urinar, coceira e dor na relação, podem indicar vaginose bacteriana, geralmente a gardnerella, uma bactéria natural da vagina mas que pode ser patológica em condições de acidez e umidade alterados.

Fique claro aqui que muitos dos corrimentos não precisam de uma relação sexual para acontecerem. Como dito antes, alguns hábitos podem ajudar a flora bacteriana normal vaginal ou modifica-la, veja alguns:

– Realizar duchas e limpeza com produtos íntimos com muita frequência: elimina bacilos de Doderlein e estimula o surgimento de outros microrganismos, tendo em vista que estes bacilos produzem ácido que regula o PH vaginal.

– Usar roupas muito apertadas e Lycra por tempo prolongado: eleva a temperatura e a umidade vaginal.

– Lavar calcinhas com diversos produtos químicos como amaciantes e água sanitária: estes se fixam no tecido e podem gerar vaginites químicas. Der preferência ao sabão neutro para lavar roupa íntima.

– Manter relação sem preservativo: como os sintomas destas infecções no homem não costumam aparecer, devido seu órgão ser externo e não oferecerem um ambiente úmido e quente, pode ser passado por via sexual sem que o casal tenha conhecimento da infecção masculina.

– Demora na troca de absorvente íntimos: ideal trocar entre 4 a 6 horas

– Usar protetores de calcinha diariamente: eleva a temperatura e facilita a proliferação de fungos como a candida.

– Usar produtos eróticos intra vaginais sem os devidos cuidados e higiene.

Todas as infecções que relatamos anteriormente são passivos de tratamento e requerem uma consulta ao serviço de saúde. Procure fazer seus exames preventivos de colo uterino e mantenha a sua saúde em dia. Outros corrimentos também podem decorrer de ulcerações ou tumorações que podem ser discutidos em outro momento. Compartilhe e ajude para a saúde de outras mulheres.

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Doenças e o excesso de açúcares em crianças!

Doenças e o excesso de açúcares em crianças!

Quem de nós nunca chegou para um sobrinho pequeno, um filho de amigos infantes, ou até mesmo para um filho nosso, oferecendo doces, balas e várias guloseimas que são o fascínio de qualquer criança no mundo inteiro?

Afinal, que problemas podem recair sobre a saúde deste jovem com excesso de açucares? que quantidades podemos dar à uma criança deste nutriente? e o que fazer para não deixar meu filho ou sobrinho viciado nestes alimentos?

É inegável que queremos que as crianças fiquem quietas, sem fazer badernas ou chorando para ir fazer algo que nós adultos não estamos com a mínima vontade, e que, na maioria das vezes, acabamos cedendo alguns degustes, mesmo sabendo do risco que estamos impondo à saúde daquela criança.

“A organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que o consumo diário de açúcares não deve ultrapassar 37 g, o que equivale em 7 colherinhas”. Falar desta forma não implica dizer que sua criança deva ingerir todo na forma industrializada que temos este produto, afinal quase todos os alimentos que ingerimos tem açucares.

Só para se ter uma ideia a ingestão de um copo pequeno de refrigerante equivale a 3 colheres de açúcar ou 36g de açúcar e 2 balas de caramelo contem 2 colheres ou 24 g deste nutriente.

É fato que a frutose, a galactose, glicose (açúcares também presentes nos alimentos naturais) são essenciais em nossa dieta, pois é nossa principal fonte de energia para realizar nossas atividades diárias. No entanto seu consumo excessivo tem sido provado gerar diversos problemas de saúde que não se percebe na infância, mas que se apresenta na vida adulta de uma criança que teve sua alimentação descontrolada frente à esse nutriente.

Veja alguns problemas de saúde frequentes decorrentes do consumo excessivo de açúcares na infância:

– Diabetes: o consumo excessivo de açúcar estimula o pâncreas a produzir cada vez mais insulina, gerando uma futura resistência à esse hormônio, fator gerador da Diabetes tipo 2.

– Colesterol elevado: o açúcar em excesso tende a se armazenar em forma de glicogênio ou metabolizado em gordura, tendo o colesterol como o mais produzida. O excesso deste colesterol possibilitará futuras doenças cardiovasculares.

– Obesidade Infantil: Os índices deste problema de saúde tem se agravado no mundo inteiro e sabemos que o excesso de gordura, decorrente de uma dieta muita rica em açúcares, tende a formar diversas doenças cardíacas e circulatórias.

– Depressão: a valorização do corpo na sociedade atual fragiliza a saúde mental de um jovem que mantem seu peso e sua estética sempre deturpados.

Neste sentido, dentre outros problemas que podem ser evitados estimulando uma dieta saudável, sem excessos de açúcares na infância, podemos citar algumas atitudes que vão fazer efeito na saúde deste futuro adulto.

– Manter amamentação exclusiva até o 6 meses da criança: são quantidades adequadas de nutrientes (açúcares, proteínas, vitaminas e lipídios), sais e água para um corpo em adaptação.

– Introduzir alimentos ricos em vitaminas e fibras após os 6 meses de vida.

– Evitar colocar açúcar nos alimentos como se estivesse preparando para um adulto, tendo em vista que as necessidades diárias do adulto é diferente e é nesta fase da vida que serão montados os padrões de sabores para a criança.

– Não oferecer refrigerantes, doces, balas ou qualquer alimento industrializado muito rico em glicose. Além do mais estes irão concorrer com os alimentos saudáveis durante as refeições.

A forma como você se alimenta determina, em muitos casos, o padrão de saúde e doença que o acompanhará pelo resto de sua vida. Por isso é preciso ser duro com nossas crianças agora para que a vida não seja cruel com elas no futuro.

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Gota: veja essa doença e como controlar!

Gota: veja essa doença e como controlar!

Com certeza você já deve ter visto alguma pessoa, de sua família ou não, reclamar de fortes dores nas articulações, as quais surgiram subidamente, sem relação com trauma. Em alguns casos até febre aparece e umas dores em queimação se apresentam e diminuem de intensidade após as primeiras 24hs.

Isso mesmo, pode ser que este quadro seja Gota, uma doença onde o ácido úrico (dejetos aminos que deve ser eliminada pelos rins na urina) se acumula no sangue. Este acúmulo gera a deposição de cristais de ácido úrico ao redor das articulações sinoviais (joelho, cotovelo…) gerando inflamação e dor intensa.

O ácido úrico pode se acumular em decorrência de 2 fatores: ou o corpo não consegue eliminar esta substancia através dos rins ou se tem grande produção em excesso desta substancia no organismo.

Também chamada de doença dos Reis, pois na antiguidade se teve muitos registros de pessoas das classes sociais mais privilegiadas, a Gota era muito relacionada com a fartura alimentar na época. Anos depois se percebeu que estes casos poderiam estar relacionado com índices elevados de chumbo na alimentação e que este chumbo interferia na eliminação do ácido úrico.

No entanto não se tem um fator que possa ser considerado como gerador deste problema exclusivamente. Sabe-se que o histórico familiar, a obesidade, o uso de medicamentos que danem os rins, hipertensão, diabetes e o uso excessivo de álcool sempre estão relacionados com os casos de Gota.

Como dito antes o ácido úrico é um tipo de dejeto corporal produzido pela degradação alimentar para eliminação do nitrogênio em excesso no nosso organismo. Neste sentido, qualquer alimento que contenha grande concentração de nitrogênio (carnes vermelhas, carne de peru, mariscos e alguns frutos do mar), principalmente os que são ricos em Purina, estão vetados para quem já tem predisposição.

Mesmo não sendo abundante nas substancias ricas em purinas mencionadas anteriormente, o álcool é grande responsável pelos quadros agudos de Gota. Isto pelo que dificulta a eliminação dos dejetos nitrogenados, gerando o mesmo acumulo e sintomas. Desta forma, o ato de ingerir bebida alcoólica produz os mesmos inflamatórios articulares citados.

O simples fato de ter os sintomas ditos anteriormente não lhe confirma o diagnóstico de Gota. Se faz necessário exames que confirmem a concentração de ácido úrico no sangue e deposição no líquido sinovial (liquido articular). Um raio x das articulações também podem ajudar no diagnóstico.

Alguns medicamentos ante inflamatórios como: prednisona, diclofenaco sódico, cataflan, cetoprofeno, Betametasona, podem ser empregados para alivio das dores gotosas, mas que não faz um tratamento efetivo para controle das crises sem a mudança na conduta alimentar, tendo em vista que este é um problema metabólico e portanto requer cuidados com a alimentação.

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Papanicolau: sua saúde é mais importante que sua vergonha!

Papanicolau: sua saúde é mais importante que sua vergonha!

Ainda é muito frequente os diagnósticos de câncer de colo uterino em nossa sociedade. Diariamente são emitidos diagnósticos neoplásicos malignos em mulheres ainda jovens e que poderiam ter tido detectado antes qualquer alteração e realizado, com atenção, seus cuidados precocemente.

Quando se pergunta às jovens, principalmente as que ainda não tiveram filhos, sobre o por que nunca fizeram este exame antes, a resposta é quase unanime: tenho medo de doer e tenho vergonha.

O Papanicolau, preventivo de colo uterino ou colpocitologia oncótica é um exame realizado nos serviços de saúde, gratuitamente, que tem por finalidade a prevenção ao câncer do colo do útero (principalmente causado pelo papilomavírus humano, ou HPV).

Simples e rápido este exame é realizado por um profissional capacitado (Médico ou Enfermeiro) que usa, resumidamente, um instrumento chamado espéculo na vagina (conhecido popularmente como “bico de pato”, devido ao seu formato).

É feito uma inspeção na parte externa e nas paredes internas da vagina e colo do útero buscando alterações de padrão. A seguir, o profissional provoca uma pequena descamação da superfície externa e interna do colo do útero, com uma espátula de madeira e uma escovinha, respectivamente. As células colhidas são colocadas numa lâmina de vidro (para microscópio) que será encaminhada para análise em laboratório especializado.

Espéculo, Espátula e Escovinha

O ideal é que as mulheres que já tenham iniciado sua vida sexual, mesmo que não tenham filhos ou que não sejam casadas, devam buscar o serviço de saúde, superar o pudor e o medo deste exame que é tão simples e importante.

Algumas orientações são fundamentais para que este exame seja realizado com sucesso:

  • Não manter relações sexuais (mesmo com camisinha) nas 48hs antes;
  • Evitar duchas, medicamentos vaginais e anticoncepcionais locais (por exemplo, espermicidas)
  • Não realizar exame ginecológico de outra qualidade, como o de toque.
  • Não está menstruada, a presença de sangue na lamina interfere no resultado.

Observações:

  • A gravidez não restringe a realização do exame e, desta forma, durante a gestação também pode se colher amostra do colo para o exame.
  • Mulheres virgens também podem fazer, caso seja recomendado com grande necessidade. Porém essa coleta é feita de forma diferente da convencional.

De acordo com alguns profissionais este exame deve ser realizado a cada ano, podendo se estender por mais tempo (2 em 2 ou 3 em 3 anos) ou com maior frequência (6 em 6 meses), dependendo do resultado de 3 exames consecutivos e seus resultados.

Sua saúde é mais importante que o seu temor! Procure o serviço de saúde mais próximo e veja seu agendamento. Todos os postos de saúde do Brasil têm este serviço de forma gratuita.

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Apetite sexual: medicamentos só ajudam?

Apetite sexual: medicamentos só ajudam?

Quantas vezes você já escutou alguém dizer que sua mulher “baixou o fogo,” ou que “meu marido não dar mais no couro”. Essas são reclamações constantes, principalmente nas pessoas de meia idade e que tem gerado uma grande queda na qualidade de vida dessa camada da população.

O baixo apetite sexual é muito comum em pessoas de relacionamentos mais longos, o que faz surgir aquelas explicações: “É normal quando se casa diminuir”! “o tempo de casado faz isso com a gente”, “Isso é de família, minha mãe também parou de sentir desejo cedo.” Será essa perda do apetite sexual relacionada apenas à essas condições sociais e familiares? Não haveria outros fatores que contribuem com esse problema? O que fazer para melhorar a qualidade de vida neste sentido.

O desejo sexual é algo controlado tanto por fatores hormonais como também pelas relações psicológicas criadas na vida de relações. No entanto, grande parte destes problemas tem relação com o uso de medicamentos que são prescritos para resolver outros problemas de saúde que afetam aquela pessoa. Veja os mais comuns:

Ansiolíticos e Ante Depressivos: Estes medicamentos são prescritos pelos médicos para tratamento de ansiedade.  Também chamados de tranquilizantes, atuam reduzindo a atividade do Sistema Nervoso, sobre os Neurotransmissores, gerando também uma inibição do desejo sexual. O Diazepan, Clonazepan (Rivotril) e Amitriptilina (LImbitrol) são alguns dos mais utilizados.

Anti-hipertensivo: Como próprio nome já diz, esses medicamentos vão atuar de forma que tenha uma redução da pressão arterial. Desta maneira, como para haver uma relação sexual o nosso corpo tem que proporcionar uma certa aceleração cardíaca e elevação da Pressão, no sentido que o sangue circule nos genitais e possibilite a ereção, estes medicamentos acabam reduzindo a vontade, principalmente nos homens, em ter uma relação. O captopril, atenolol, propranolol e o enalapril, quando em dosagens altas, geram muito esse problema.

Anticoncepcional: os comprimidos podem ser uma combinação dos hormônios estrógeno e progestágeno (similar à progesterona), ou ainda apenas de progestágeno – no caso das minipílulas. É um dos métodos anticoncepcionais mais comuns. Esses métodos atuam de várias formas para impedir a gestação: diminuição da viscosidade vaginal (gera desconforto na relação e desestímulo ao casal devido o ressecamento). Também bloqueiam a ovulação e, neste caso, é justamente no período ovulatório que as mulheres mais sentem desejo.

Essa nossa informação não está sendo trazida para que as pessoas evitem o uso desses medicamentos, mas sim para que sejam buscadas formas de tratamentos alternativos, reduzindo cada vez mais o uso indiscriminado destas substancias sem um acompanhamento do serviço de saúde. Também existem outros efeitos adversos destas substancias que podem prejudicar a qualidade de vida de quem faz uso abusivo e que não estão sendo trabalhados neste texto.

Veja algumas alternativas para conseguir reduzir o uso de ansiolíticos com sua equipe de saúde para não sofrer tanto:  Fazer caminhada, participar de grupos organizados pela equipe de saúde da sua comunidade e buscar momentos de lazer podem ajudar a superar ou minimizar o problema e o uso destas drogas serem reduzidos.

Em relação aos anti hipertensivos a alternativa seria buscar, através da alimentação e de atividades físicas, controlar a pressão e poder discutir junto à equipe o desmame, quando possível, destas drogas.

No caso dos anticoncepcionais orais deve se avaliar cada caso e ver se o uso deste método está reduzindo muito o apetite sexual, buscando, junto ao serviço de saúde, uma alternativa com outro método.

Sabemos que não podemos pôr a culpa totalmente da redução do interesse sexual nos medicamentos. Problemas de ordem econômica e social são grandes geradores deste problema e para isso trazemos algumas dicas que podem ser úteis na sua mudança de vida sexual:

Exercício aeróbico: melhora o fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais, impulsiona seu humor e aumenta os níveis de endorfinas (neurotransmissores conhecido por ser responsável pelo bem estar).

Evite prolongar discussões: Muito estresse aumenta os níveis do hormônio cortisol (hormônio do stress), que afeta a libido e o apetite sexual.

Inove:  Fazer novas experiências tanto dentro como fora do quarto podem impulsionar a química do cérebro chamada dopamina, que ajuda a libido.

Alimentação: Alguns estudos mostram que alimentos como mamão, nozes, sementes de abóbora, castanha, carne de peru e ostras têm substancia que ajudam a melhorar e regular o apetite sexual. A ingestão de grandes quantidades não é garantia de melhora do problema.

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Gravidez: Eu posso ir à academia?

Gravidez: Eu posso ir à academia?

O quanto é comum visualizar uma gestante realizando uma caminhada? você já conseguiu ver uma grávida em uma academia malhando? Será o exercício prejudicial no período gestacional? finalmente, até que ponto uma mulher em estado gestacional pode realizar atividades? quais os exercícios que devem ser evitadas neste período?

É de conhecimento da população, nos dias de hoje, que o nosso corpo em atividade consegue proporcionar uma melhor qualidade de vida. No entanto, mesmo assim, boa parte da sociedade brasileira ainda trata o período gestacional como doença.

Privando a mulher de realizar diversas atividades físicas em detrimento do não desgaste no desenvolvimento da criança, esses conceitos estão, na verdade, gerando um estado de inércia que pode se tornar perigoso para a saúde da futura mamãe e do bebê.

Afirmar que uma mulher que não praticava nenhum tipo de exercício antes de engravidar deve se tornar uma atleta na gestação é muito exagero e perigoso. Porém, atividades leves como caminhada e hidroginástica vai ajudar na prevenção, principalmente, da Diabetes gestacional e Eclâmpsia (condição em que ocorre convulsões e elevação da pressão arterial na gestação).

 Isso implica em dizer que, quanto maior a atividade física que a mulher tinha antes da gravidez, mais elevado será o grau de atividade que ela poderá fazer durante a gestação. Com acompanhamento de um profissional da educação física e mediante uma gestação sem riscos clínicos para a mãe e o bebê a presença destas grávidas em academia devem se tornar mais comum.

O ideal mesmo é que, se a mulher está pensando em ter um filho e não realiza atividades físicas, ela inicie imediatamente no sentido de melhorar seu condicionamento para poder prevenir, principalmente, as duas doenças que falamos anteriormente.

Os benefícios da atividade física orientada durante a gestação são muitos:

–  Menor risco para obesidade.

–  Fortalecimento musculoesquelética e cardiorrespiratória.

–  Menor risco para doenças cardiovasculares.

–  Maior satisfação com sua autoimagem e maior autoestima.

–  Reduz o cansaço que grande parte das gestantes sentem.

– Fortalecimento da musculatura do parto (abdômen e períneo).

            Desta forma veja algumas dicas que podem te ajudar a encontrar, junto ao serviço de saúde e ao educador físico que te acompanha, a sua forma ideal de melhorar seu condicionamento.

A ginástica localizada é uma boa escolha. Faça de duas a três vezes por semana, de 50 a 60 minutos;

Evite exercícios que mantêm você por muito tempo em pé. Esse tipo de atividade física pode dificultar a circulação sanguínea, causando queda de pressão e mal-estar;

Evitar os steps. O período gestacional deixa as articulações mais vulneráveis à lesões;

– Não muito intensa nos exercícios. Em grandes esforços o fluxo sanguíneo no organismo diminui, o que reduz a passagem de nutrientes e oxigênio para o bebê;

 A cada trimestre suas atividades deverão ser mudadas, pois a adaptação respiratória, cardíaca e renal requerem uma diminuição gradual de intensidade dos exercícios.

– Quanto à realização de abdominais existe muitas divergências ainda. Muitos acreditam não haver danos ou risco de nascimento prematuro, liberando esta prática de forma cautelosa.

– Estudos recentes sugerem que os exercícios durante a gravidez ajudam no desenvolvimento do sistema nervoso do bebê;

– Musculação com cargas leves e acompanhada do professor de educação física também pode ser realizada.

“Minha esposa, Jesana Christina, realizou todos os exercícios de musculação, de forma mais leve, até 8 meses e alguns dias e tivemos uma gravidez tranquila” afirma o Educador Físico Zeno Wictorello, proprietário da Forma Fit Academia de Felipe Guerra, e que nos ajudou a revisar este texto.

Zeno, Jesana e sua filha

            “Os exercícios promovem uma série de benefícios a sua saúde (e do seu bebê). Ajudam também a relaxar, controlar a ansiedade, reduzir o inchaço e as dores musculares (principalmente na região lombar), além de auxiliar no controle arterial”, afirmam os especialistas. Por tanto se você está grávida ou conhece alguém neste estado, contribua com a saúde e busque orientação do serviço de saúde e do profissional da educação física e inicie imediatamente as atividades recomendadas.

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Candidíase: entendendo e cuidando!

Candidíase: entendendo e cuidando!
Muitas mulheres já se sentiram envergonhadas frente ao companheiro, a uma amiga ou ao profissional de saúde para falar sobre um corrimento vaginal. Ou pelo pudor, imposto pela sociedade machista, ou por desconhecimento de como este corrimento surgiu, o fato é que muitas mulheres deixam de se cuidar direito.
São vários os fatores e microrganismos que podem geram corrimento vaginal, cada um com suas características, porém, a cândida albicans é um dos mais comuns agentes geradores dos corrimentos vaginais. Também conhecida por monilíase vaginal, a candidíase vaginal é uma doença ocasionada por fungo, o Candida ou Monília, gerador de um corrimento espesso, grumoso (forma de grumos como leite coalhado) e esbranquiçado, geralmente acompanhado de irritação da parede da vagina.
 
Este fungo faz parte de nossa flora intestinal, mas como fica próximo à região genital, pode também ser encontrado em pequenas quantidades na vagina, gerando diversos sintomas e desconfortos quando encontra condições para se desenvolver e multiplicar-se. Estes fatores alteram o ambiente vaginal, ampliando a temperatura e diminuindo os agentes de defesa do organismo, gerando grande proliferação destes fungos, levando ao corrimento característico já citado.
Estes sintomas não são apenas constrangedores. A acidez aumentada na vagina devido a cândida impossibilita a gravidez, pois os espermatozoides não sobrevivem à tal ambiente. Já a inflamação gera fortes dores ao urinar e também durante as relações sexuais.
Se engana quem pensa que a candidíase só gera sintomas em mulheres. É fato que a umidade e temperatura vaginal, pelo fato de ser um órgão interno, possibilita melhor a proliferação dos fungos, porém, uma grande quantidade deste fungo pode gerar sintomas como Inchaço, dor e vermelhidão na glande e prepúcio (cabeça do pênis e o pelo que a cobre).
 
Veja alguns fatores que ajudam este fungo a se desenvolver nas mulheres:
 
– Tomar Antibióticos em demasia: destrói a flora bacteriana natural da vagina e facilita proliferação do fungo.
– Gravidez: eleva umidade vaginal
– Diabetes
– Outras infecções (fragiliza o sistema imunológico)
– Deficiência Imunológica (diminuição das células de defesa do nosso corpo)
– Uso de Corticoides (diminuem as nossas células de defesa)
– Relação desprotegida com pessoa contaminada
– Roupas e estilos (apertadas, biquines molhados, Lycra e roupas de academia que elevam a temperatura vaginal.
– Duchas vaginais frequentes (a flora de microrganismos da vagina é natural, tentar reduzir pode gerar esse desequilíbrio).
               Mulheres que associarem estes fatores à uma péssima alimentação e conviver em ambiente que gera stress podem passar por infecções frequentes. Neste caso deve-se fazer uma investigação mais apurada sobre os fatores que estão gerando essa recorrência para que seja possível minimizar e diminuir os quadros da doença.
 
Não se pode definir a candidíase como uma doença sexualmente transmissível, já que Mulheres virgens ou sem relação sexual há anos podem ter episódios de candidíase vaginal. Neste sentido, apenas evitar relação sexual desprotegido não é garantia de que não haverá infecções pela cândida.
Existe tratamento com medicamentos para estes casos. O mais comum é o Fluconazol de 150mg em dose única, por via oral. No entanto, o uso de cremes vaginais como o Miconazol a 2% e Clotrimazol a 1% tem mostram melhora mais rápido dos sintomas. A redução da inflamação e do corrimento demora de 24 a 48 no tratamento via oral. Lembrando que, se não fizer o tratamento oral no homem, ele será uma fonte de contaminação constante. Procure o serviço de saúde e siga as orientações da equipe de saúde. este texto não serve como consulta para automedicação.
Como agora você já sabe que a candidíase e seus sintomas podem diminuir sua qualidade de vida está na hora de ver todos os fatores citados acima e buscar cuidar-se mais para viver melhor. Compartilhe com suas amigas e amigos.
 

 

 
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Cobreiro: verdade ou mito?

Cobreiro: verdade ou mito?
               Cobreiro é o nome popular do herpes zoster, uma doença de origem viral. O termo “cobreiro” se originou devido os populares associarem as lesões ocasionadas pela doença ao contato com cobras. Tal doença é provocada pelo mesmo vírus da varicela (catapora, bexiga, …), o Varicela Zóster. A faixa etária mais acometida está entre os 50 e os 60 anos.
                O primeiro contato com o vírus ocorre normalmente na infância quando se pega catapora ou pela imunização (a vacina contém o vírus atenuado, lembrando que nas pessoas com o sistema imunológico sadio normalmente não adoecem nesse contato). A partir daí, o vírus fica alojado nos gânglios do sistema nervoso central, podendo ficar adormecido por vários anos lá. Alguns fatores como a idade e a baixa imunidade podem reativar o vírus e causar o herpes zoster.
                Os sintomas iniciais geralmente são: formigamento, queimação e alterações da sensibilidade da pele em uma determinada região do corpo. O quadro evolui com o aparecimento de vermelhidão local, seguido do surgimento de pequenas bolhas (vesículas), geralmente formando um “caminho”, que está relacionado com o trajeto de um nervo. O paciente, normalmente sente muitas dores na região dessas lesões. O contato com o líquido contido no interior das bolhas, transmite o vírus.
                Algumas vezes o herpes zoster pode aparecer na face, e em alguns casos, acometer os olhos, sendo necessário tratamento oftalmológico, pois pode levar à perda da visão. É comum surgirem cicatrizes e/ou mudança na cor da pele no local das lesões. Outra complicações que pode acontecer, é a neuralgia pós herpética (inflamação do nervo), que ocasiona dor no local por um bom tempo após o desaparecimento das lesões, dor essa que pode estar presente por mais de 90 dias, comprometendo a qualidade de vida do paciente.
               O nosso sistema imunológico naturalmente combate o vírus, fazendo desaparecer as lesões em aproximadamente 14 dias. Existem medicações que combatem junto com o sistema imunológico, abreviando o quadro clínico, aliviando os sintomas e diminuindo a probabilidade de se ter alguma complicação. Atentando que o tratamento deve ser prescrito por um médico, não sendo aconselhado a auto medicação.
 
            No geral, não se tem uma receita certa de prevenção para a doença, porém, evitar os fatores que podem desencadeá-la, é de suma importância, como o estresse diário, e qualquer outra condição que possa baixar a imunidade.
 
 
Por:  Romerito Soares
 
 
 
 
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